Cicatrizes deprimidas
Podem exigir liberação de aderências, estímulo de colágeno ou combinação de técnicas.
Avaliação médica para cicatrizes elevadas, deprimidas, alargadas ou com alteração de textura e cor, escolhendo a técnica conforme o tipo de cicatriz.
O tratamento pode envolver laser, subcisão, infiltrações, procedimentos cirúrgicos ou combinações. A escolha depende de relevo, aderência, vascularização, pigmentação, localização e tempo de evolução.
Podem exigir liberação de aderências, estímulo de colágeno ou combinação de técnicas.
Precisam ser diferenciadas entre hipertrofia e queloide para definir a estratégia.
Em casos selecionados, revisão cirúrgica pode ser considerada após avaliação.
Classificação do tipo de cicatriz e fatores que influenciaram sua formação.
Escolha da técnica ou combinação mais adequada.
Execução por etapas quando necessário.
Orientações e acompanhamento conforme o tipo de cicatriz.
Toda cicatriz é permanente em algum grau. O objetivo é melhorar características específicas — relevo, largura, aderência, textura ou cor — sem prometer apagamento completo.
Não é adequado prometer desaparecimento completo. O tratamento busca melhorar características específicas da cicatriz.
Pode ajudar principalmente em textura e remodelação em casos selecionados, mas não é indicado para todos os tipos.
Revisão cirúrgica pode ser indicada em cicatrizes alargadas, retraídas ou mal posicionadas, conforme avaliação.
Não. Embora ambas sejam elevadas, apresentam comportamento e extensão diferentes e podem exigir estratégias distintas.
Atendimento médico: Dr. Lucas dos Santos de Souza, CRM 52.122590-1 · RQE 55.405.
Atendimento em Copacabana com plano definido após avaliação médica individual.